Na véspera de uma importante audiência na justiça de Nova York, a expectativa de liberação de Dominique Strauss Khan, ex-diretor do FMI, cresceu. Matéria do New York Times afirma que os investigadores já não confiam muito no depoimento da vítima.
O que levou a essa reviravolta? A manchete do Le Monde de hoje admite que Nafissatou Diallo, a camareira do Sofitel, tem uma história com muitas lacunas.

Foto de Nafissatou publicada na França
Os reporteres franceses descobriram que o homem que se apresentava como irmão dela, nas entrevistas, mentia. Ela veio da Guiné, ele é senagalês.
Mas o que mais preocupou a polícia americana foram os laços de Nafissatou com o tráfico de drogas. Em dois anos, cerca de US$100 mil dolares foram depositados em sua conta por pessoas suspeitas.
Telefonemas da camareira para um presidiario, pedindo instruções sobre o comportamento, também foram gravadas. A polícia acha também que houve relação sexual entre a camareira e o diretor do FMI.
Com tudo isso, cresceu a possibilidade, admitida até pelos investigadores, de cair a prisão domiciliar hoje e de o processo contra Dominique Strauss Khan se encerrar.

Dominique Strauss Khan deve deixar prisão domiciliar
PS: Como previmos no post matinal, a prisão domiciliar foi relaxada.


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