Preparo o artigo quinzenal para o Estadão. O tema é a Copa do Mundo. Estou subindo para Teresópolis, na esperança de ver a Câmara derrubar o prefeito.
Com isto, ficarei fora do ar algumas horas. Dois grandes temas internacionais ocupam a agenda. Nos Estados Unidos, a votação pelo Senado deve adiar o drama em torno do calote americano.
Muita gente considera um contrasenso tanta discussão. Mas democracia é isso, orçamento tem de ser discutido mesmo, é inevitável.
No caso da Síria, a repressão, sobretudo em Hama, foi tão brutal que a Itália retirou seu embaixador em Damasco.
Hama é uma cidade símbolo. Sempre resistiu contra o domínio dos Assad. Rafez al Assad, pai de Bashar, comandou a morte de mais de dez mil pessoas, em Hama.
Segundo Shadid, os jovens respiram um clima de liberdade em Hama mas agora, os tanques que apenas cercavam a cidade passaram ao ataque.
Morreram mais alguns manifestantes hoje. O Brasil protestou contra a repressão violenta. Mas também é contra as sanções à Síria.
Depois da reunião de hoje do Conselho de Segurança da ONU, será possível uma nova análise da situação.
Na Câmara de Teresópolis, no Senado americano, no Conselho de Segurança, as coisas estarão acontecendo ao longo do dia. No princípio da noite, estarei de volta.



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