Levamos um pouco mais de 20 anos para mudar radicalmente a imagem do pais, no campo ambiental.
Lembro-me de uma conferência na Holanda, em que o próprio presidente do pais, na época Sarney não teve condições de comparecer porque temia uma onda de críticas. Éramos os vilões por causa da destruição da floresta amazônica.
Hoje, na conferência de Durban, na África do Sul, o papel do Brasil é de vanguarda. Alinha-se com a Europa e aceita metas de redução obrigatória das emissões nos países emergentes, como base para um acordo internacional.
Saímos da retaguarda para a vanguarda, embora isto não signifique que tenhamos superado os problemas por aqui.
Na Rio+20, tema do meu artigo de hoje no Estadão, temos alguma chance de obter progressos em dois pontos da agenda: economia verde e erradicação da miséria.
Mesmo sem um acordo no principal, é possível avançar em alguns setores. E o Brasil tem a chance de fazer isso em 2012.



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IGNORÂNCIA
O VALE AZUL DA NATURZA
É O ENCANTO DOS MEUS OLHOS.
QUE OLHA O CÉU.
E ADMIRO O QUE O UNIVERSSO
É CAPAZ DE PROVER.
UMA HISTÓRIA ANTIGA.
O HOMEM E O CÉU.
AS ESTRELAS SEM FIM.
INFINITO A VAGAR PELO NADA
PELO ESPAÇO SIDERAL SEM FIM.
SOMOS DONOS DO MUNDO
DO CÉU E DAS ESTRELAS.
TANTAS COISAS BOAS FAZER
E HOMEM FICA PERDIDO
NUM MAR DE CORRUPÇÃO.
SEM FIM.
HOMEM MAUDOSO SOFRE POR NÃO SABER VIVER.
NO MAR DA IGNORÂCIA.
HEINER (RAMESS) TRANSCEDENTAL.