Novo vazamento de óleo no mar. Dessa vez no campo do Frade, distante três quilômetros do vazamento anterior. A empresa é a mesma: Chevron.
Dessa vez, a Chevron se antecipou e pediu para parar com a exploração de petróleo na área por considerar que os estudos são insuficientes.
A empresa descobriu uma fissura de 800 metros e recolheu cinco litros de óleo vazados. A descoberta foi possível graças ao uso de um robô.
Não temos robô para confirmar as informações.. A Chevron foi multada em R$150 milhões, da outra vez, mas ainda não pagou um centavo. E dificilmente pagará.
A empresa deve bilhões no mundo inteiro e vai levando com a ajuda de bons escritórios de advocacia.
A realidade, denunciada pelo oceanógrafo Davi Zee, é esta: um acidente por mês na área de exploração do pré-sal. O oceano está perdendo lentamente a batalha para os grandes produtores de petróleo.
É hora de discutir seriamente o tema. É um dos principais na agenda da Rio+20. O verde tem seus defensores. Mas o azul está desemparado.



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