A década 2001-2011 foi a mais quente desde 1850. A informação é de um documento da Organização Mundial de Metereologia que é vinculada à ONU.
O documento da OMM acentua que o aquecimento tem sido notável desde 1971. A media da temperatura 2001-2011 foi de 14,45C contra 14,12C na década anterior. Entra 1980 e 1991 a média foi de 14,12C.
O degelo nas calotas polares é também uma indicacão de peso do processo de aquecimento, diz a OMM.
Os estudos feitos desde 1850 são úteis para determinar tendências mais longas. O fenômeno La Nina contribuiu para uma queda da temperatura, mas não impediu que a tendência fosse de elevação.
Nesses momentos, surgem os céticos apontando para o frio e perguntando pelo aquecimento global. É compreensível sua apreensão imediata mas o que valem são cálculos mais prolongados.
A década foi marcada por eventos extremos, entre eles o furacão Katrina., que matou 1800 pessoas e outros menos conhecidos, como o ciclone tropical Nargis, em Myanmar, que matou 70 mil pessoas.
O documento da OMM será divulgado na íntegra nas próximas semanas. O ceticismo em relação ao aquecimento global deverá se deslocar para outro campo. Vão dizer que não há evidências do papel humano.
As pesquisas cobrem o período posterior à revolução industrial. Supor que essa gigantesca atividade humana não tenha interferido no processo de aquecimento é ter uma visão míope sobre a integração homem-natureza.
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