Aprovado no ano passado, o projeto que acaba com o serviço militar obrigatório começa a vigorar na Alemanha.

Soldados alemães, no Afeganistão
Desde 95, apresentei em diferentes situações um projeto semelhante para o Brasil. Mas houve uma resistência dos militares que consideram que o Exército tem ainda uma função pedagógica e até econômica para um setor da juventude.
Na Argentina, o serviço militar obrigatório foi suprimido, sobretudo por causa do trauma representado pela ditadura.
No caso brasileiro, as dispensas de aprovados no exame médico são muito grandes. Estamos caminhando para uma situação em que poderiam ser aproveitados apenas os que quiserem. E não faltaria gente, pois o desejo de servir ainda é grande.
Para se ter uma ideia cerca de 5 por cento dos 1.600 mil jovens que se inscrevem são aproveitados.
Tanto o serviço militar obrigatório, como a votação, o programa de tevê, enfim muita coisa obrigatória vai ser revista no futuro.
No caso do serviço militar obrigatório, 21 países decidiram acabar com ele nos últimos dez anos. Nesses países, a saída foi constituir um exército profissional ou admitir voluntários. O Brasil poderia escolher uma das alternativas, ou mesmo combiná-las.
Esta é também uma questão da juventude masculina. Depende dela o futuro do tema, pois os políticos não se interessam por ele


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