Depois de três dias cobrindo o desastre na nas cidades serranas, não esperava encontrar esse panorama na volta para casa. São 10 horas da manhã, em Ipanema. Dez pessoas dormindo diante da mesma loja. Há crianças, adultos, jovens, todo mundo numa só massa humana que se estende por quase quatro metros do passeio. Rua Vinicius de Moraes, entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. Dois Moraes e dez sem ter onde morar.
Programas
Facebook
-
Últimas
Programas
-
Últimas
Facebook
Páginas



7 Comments
Quando via a foto, pensei que fosse na rua Bambina, em Botafogo. Logo no início, perto da rua São Clemente, a situação é a mesma.
[…] This post was mentioned on Twitter by V. Rodrigues, Fabricio Pontin and others. Fabricio Pontin said: RT @gabeiracombr: Blo do Gabeira: um flagrante da tragédia social http://bit.ly/fDP5AQ […]
E o governo pretende gastar UM BILHÃO dos nossos impostos em reforma do Maracanã… Não está na hora de uma mudança de prioridades?
Meu estimado Gabeira, esse panorama é muito comum na Tijuca e adjacências. Praça Saens Pena é comum encontrarmos crianças e adultos dormindo pelas ruas em bando. Na frente da igreja Santo Afonso , próximo aos pontos finais de ônibus na Barão de Mesquita , proximo ao supermecado Mundial. Major Ávila ficam dezenas dormindo e cheirando cola. . Próximo ao hospital Pedro Ernesto (UERJ) é uma loucura. Pior quando estão acordados que abordam as pessoas que passam , chegando a intimidação. Essa é a nossa cidade….
Forte abraço e continue sendo este ser humano honesto e que defende os direitos do povo.
Fatima Relvas
Gabeira, dê um pulinho no centro da cidade à noite. Há batalhões de pessoas dormindo nas calçadas. Muita gente mesmo.
Abraço.
Sorte sua não morar na Rua da Glória no Rio de Janeiro se não eles estariam acordados fumando crack e saqueando o espaço publico, como fios, postes, placas , etc… Que eles vendem em um depósito de reciclados no começo da Rua da Lapa, que paga os saqueadores com cachaça e crack.
Escravidão contemporânea.
Sem querer depositar minha última esperança em você, já depositando, o Sr. tem um contato na sub prefeitura do centro para ajudar?
grato
Salve mestre Gabeira! Acabo de chegar do distrito de Pessegueiros, em Teresópolis.. Fomos num comboio de cinco carros e um caminhão baú, pequeno, mas suficiente para levarmos e distribuirmos quase três toneladas de alimentos e outros produtos. Nós, nordestinos, estávamos acostumados a recepcionar esse tipo trabalho; mas hoje, estamos retribuindo com o maior dos prazeres, no entanto, com muita tristeza. Quanto a sua volta e recepção carioca, eu moro aqui, próximo ao Largo do Machado, a cena além de repetir há anos, ela se agrava, pois a maioria deles cheira cola. É triste assistirmos isso diariamente.