Ciclistas de todo o Brasil acompanham a discussão sobre o acidente que matou o empresário Antônio Bertolucci, 68, ontem em São Paulo. Já houve também uma grande mobilização a respeito do episódio de Porto Alegre.
Ali, vários ciclistas foram atropelados, quando pediam mais segurança no trânsito. Há dois caminhos para se tratar do problema. O primeiro deles é construir uma boa rede de ciclovias.
No Rio esta rede existe e foi complementada com a ciclovia na Zona Oeste, onde milhares de trabalhadores dependem das bicicletas para se deslocaram até à estação de trem.

De novo, a dúvida sobre as bicicletas.(foto FG)
Obra importante, infelizmente feita às pressas e custando por quilômetro o mesmo que uma estrada rodoviária.
O outro caminho é a educação dos motoristas e dos ciclistas. Fiz algumas campanhas de bicicleta no Rio de Janeiro. Nunca sofri um acidente. Mas senti que era muito perigoso.
Talvez com a morte do executivo da Lorenzeti , pelo menos, o prefeito Gilberto Kassab vai pensar num novo projeto de ciclovias para São Paulo. É uma cidade muito grande mas uns 50 quilômetros, adicionais aos 35 existentes e bem colocados, podem ajudar no deslocamento e reduzir perigos.


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