As primeiras repercussões do escândalo envolvendo o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, em Nova York, mostram a esquerda prudente e a direita indignada.
DSK, como é chamado na imprensa francesa, ainda não tinha se definido concorrer à presidência mas era, na última semana, um favorito para derrotar Sarkozy.
O último episódio que o envolveu foi ter sido fotografado num Porsche, na porta de sua casa. Ele atribuiu isto a uma campanha política dos adversários que usam como argumento seu alto padrão de vida. A suite do Hotel Sofitel, onde DSK estava hospedado, custa US$ 3 mil por noite.
A direita francesa afirma que o comportamente de DSK foi uma humilhação para todo o país e comparou o episódio à série televisiva Dallas.
Muitos deputados manifestaram-se em seus blogs, afirmando que iriam esperar o pronunciamento de DSK e obter mais informações sobre o episódio.
Além de encontros políticos importantes, como o que teria com Ângela Merkel, DSK não estará presente na reunião de terça do FMI, que discute um empréstimo de 22 bilhões de euros para a Irlanda.
Os jornais admitem que pode ser demitido do FMI que tem um severo código de conduta para seus funcionários. Em caso de demissão, reza o contrato, DSK terá o direito de receber 60 por centos dos seus vencimentos anuais, a título de indenização.



2 Comments
Por mais que eu não vá com a cara de Strauss-khan …I’m not buying the maid’s accusation! Ora, sodomizar é um ato..vá lá!..viril..o que é muito difícil para um homem de idade adiantada. Não é para qualquer um, I tell you!….Ele teria de ter colaboração de quem foi sodomizado…no caso dele….MUITA COLABORAÇÃO!!
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