Foi uma votação histórica na Grécia. Milhares de pessoas gritavam “traidores”. do lado de fora do Parlamento, mas ainda assim Papandreou obteve 155 votos para sua proposta.

Pau quebrando entre polícia e manifestantes.(foto France Presse)
A Grécia terá de economizar US$40 bilhões nos próximos anos, demitir gente e cobrar imposto até dos salários mais humildes.
Papandreou atacou a oposição revelando que a Nova Democracia foi responsável pela estado falimentar do pais.
Dois deputados socialistas que se comprometeram a votar contra as medidas de austeridade se dividiram. Um deles, Panegiatis Kouroublis manteve a promessa; o outro, Alexandro Athanassiadis acabou votando com o governo. Diz que foi convencido por Papandreou.
Muitos propuseram uma saída argentina para a Grécia, saída que evitaria saldar a dívida mas poderia ser corrosiva dentro do sistema econômico europeu.
A União Européia deve liberar, junto com o FMI, cerca de US$12 bilhões para a Grécia. As bolsas no mundo apresentaram alta, a partir do desfecho da crise grega. Amanhã, ainda há votação mas tudo indica que o sentido geral de concessão aos credores será mantido. Cristine Lagarde, nova dirigente do FMI, estreou com vitória, apelando à oposição grega por um voto responsável.

Na estréia, Lagarde contornou os espinhos da crise grega.


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