A imprensa chinesa começou sua campanha para condenar o artista plástico Ai WeiWei, preso no momento em que se preparava para uma de suas viagens ao exterior.
A tática é parecida com a estalinista. Segundo as noticiais oficiais, Ai WeiWei estaria começando a confessar os seus crimes, inclusive a leitura de revistas pornográficas.

WeiWei antes da prisão, numa pose para o New York Times
A presidente Dilma Roussef fez ontem na China um discurso sobre direitos humanos e democracia no Brasil. O comunicado conjunto dos dois países fala em entendimentos para avançar nesse campo.
Quem pode acreditar nisso? O Museu Guggenheim já iniciou uma coleta de assinaturas pedindo a libertação de WeiWei. Sugeri que a Bienal de São Paulo também fizesse algo do gênero.
As reportagens do New York Times, após a prisão, descreviam WeiWei como um intelectual brilhante a atualizado. Não creio que seja necessário basear o pedido de libertação no seu talento. Embora ache que os motivos da prisão possam estar ligados a isto. Um talento exuberante constrange a burocracia partidária que depende da mediocridade para sobreviver.


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