A Unesco, organismo de cultura da ONU, denunciou, ontem, o assassinato de dois jornalistas no Brasil.
Um deles, Mário Randolfo, foi morto em Vassouras, no Estado Rio. O outro, Roberto Rodrigues, em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.
Em Vassouras, os assassinos mataram também a mulher do jornalista que estava ao seu lado, na hora do crime.
A Unesco, através de sua diretora, Irina Bukova, pediu “investigações exaustivas”. Ninguém faz investigações exaustivas no Brasil. No caso do Rio, apenas 7 por cento dos assassinatos são, realmente, investigados.
A Unesco chamou a atenção para os dados já mencionados pela ONG Repórteres sem Fronteiras: 11 jornalistas brasileiros foram assassinados desde 2002.
Para o século XXI, é um índice assombroso.



3 Comments
Tenho arrepios em ver esta atuação da UNESCO. E os quase 400 presos mortos de Honduras? Isto sim é uma violação dos direitos humanos. Dar notoriedade as mortes de 11 jornalistas em 10 anos é uma piada, sobretudo, se formos compara-la com o número de pessoas que são espancadas, torturadas e mortas nas prisões pelo mundo.
querido o nossos acordos planetários controlam informações,portanto,controlam vidas ,meu consolo é que,como não tenho nehum destes controles(informação privilegiada é só prá gente privilegiada),não sou cúmplice de nada ruim mas o jornalismo investigativo é sublime,mas aposto que não tem verba só se houver algum interesse de poder
querida os nossos acordos planetários controlam informações e portanto,controlam vidas,meu consolo é que,como não tenho nenhum destes controles(informação privilegiada é só prá gente privilegiada)não sou cúmplice de nada ruim O jornalismo investigativo é sublime mas presumo que não tem verbasSó,talvez,quando existe interesse de poder Penso que subjacente à uma atuação de informaçãos sobre tragédias consumadas é necessária a cultura de direitos humanosE a ezplicitação permanente de princípios