O sargento Garcia prendeu o Zorro. Caiu Ricardo Teixeira. Esta crise foi o tema do artigo mais recente que publiquei no Estado: Só quando o sargento Garcia prender o Zorro.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, foi quem disse que era mais fácil o sargento Garcia prender o Zorro do que Ricardo Teixeira deixar a CBF.
O problema, como nos ministérios, é que entrou outro do mesmo partido de Teixeira: José Maria Marin. Diria até que da ala mais radical de Teixeira pois foi filmado roubado uma medalha no final do campeonato nacional sub20.
Marin tem 79 anos e não é o homem indicado para dirigir a CBF num período de organização da Copa do Mundo. No mínimo, o evento envolve dinheiro demais para quem se seduz até com a simples medalha.
Além disso, há a tarefa mais importante: recuperar a capacidade técnica do futebol brasileiro que está decadente e foi ultrapassado por algumas seleções europeias.
No momento, com Marin na CBF, há um alívio pela queda de Teixeira mas a certeza de que não veremos medalhas tão cedo. Não apenas porque ele as embolsa: não temos como ganhá-las em campo.



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