Esta semana visitei o Jardim Botânico algumas vezes. Realizei um curto vídeo sobre o tema e escrevi um artigo para o jornal Metro.
Como não poderia deixar de ser, comentando o futuro da instituição, agora que se discute o que fazer a respeito das quase 600 famílias que ocupam área do parque.
O local de visitação não é afetada. O próprio presidente do JB, Lizst Vieira, tem usado o argumento de que a comunidade científica precisa, para seu trabalho, da integridade do parque.
Brevei mostrarei o pequeno vídeo e também divulgo na segunda o artigo do Metro.
Por enquanto, algumas fotos do primeiro dia de trabalho.










3 Comments
Caro Gabeira,
muito bom vc ter dado o pontapé inicial, aqui em seu blog, sobre a problema do Jardim Botânico.
É um problema pra lá de complicado e delicado, mas há que haver uma solução.
Tenho lido em diversos lugare e não são poucos, pessoas dizendo “Amo mais os animais que os seres humanos”. É uma frase que a principio faz efeito, traz em seu bojo um sentimeno bonito, nobre, mas depois de ler tantas vezes, acabamos percebendo que não há qquer beleza nela, mas sim um bocado de hipocrisia, demagogia, etc.
Adoro animais, tenho em casa, e certamente há pessoas que não tem 1% da inteligencia e da sensibilidade dos animais, mesmo os mais selvagens e ferozes, pois matam para sobreviver porém NUNCA (ou em 99,99% dos casos) mesmo famintos, matam um animal de sua espécie. Mas nem por isso vamos generalizar. Entre salvar a vida de um cachorro ou de um ser humano (ambos desconhecido meus) certamente daria prioridade a tentar salvar o ser humano.
Com relação as 600 familias do JB, penso que o caso deverá se inverter, teremos que dar prioridade ao JB, a sua preservação, manutenção para que esteja sempre vivo e operante, a natureza esbanjando sua beleza e sua simplicidade luxuosíssima (…).
Tenho participado de algumas manifestações no JB, e a meu ver o parque tem que ser preservado e as familias removidas com calma, de forma pacífica para outo local a ser estudado por quem de direito.
Um dos males aqui no RJ e no Brasil é que deixam as coisas irem se alastrando a olhos vistos em vez de cotarem o mal pela raiz. Isso se aplica não só ao JB, mas a favelas, a contruções luxuosas em encostas não permitidas( com foi o caso da tragédia de Angra dos Reis) , familias vivendo, dormindo, comendo e fazendo suas necessidades debaixo de viadutos, etc. Até que chega a um ponto tal que se torna uma sinuca de bico, um problemão quase insolúvel, mas como tem que ser resolvido a qquer preço, não dão tempo nem para dialogarem e chegarem a uma solução justa, é na base da violência e do salve-se quem puder.
Bem, vou aguardar seu filme e sua matéria no jornal. AS FOTOS ESTÃO LINDAS !
Ah, alô pessoal, lugar de tampinha de garafa plástica é no lixo!
abraços,
Gilda Aché Taveira – RJ
Estou admirando quem luta pelo despejo dos intrusos no J.B., uma das maravilhas do Brasil,
Acompanho no Facebook e na média e torço para que aconteça.
Preciso mandar um convite de uma Editora para o Deputado Fernando Gabeira mas mudous-se e agora não consigo. Peço ajuda, escrever para BEM-TE-VI@BEM-TE-VI.NET aos cuidados de marcello
A solução que contemplaria tanto ao JB quanto às famílias seria que o Estado pagasse por sua negligência. E de maneira inteligente, civilizada e democrática. Manter as famílias, seus vizinhos e afazeres em paz legalizando a situação pelo direito de posse. Retirar os habitantes de área de risco, lógico! com a devida indenização, ajuda, o nome que seja. E compensar a área do JB em outro bairro, não na zona sul, na zona oeste, na baixada, um outro Jardim Botanico. Uma nova área de pesquisa e lazer.