A viagem de Sérgio Cabral, retratada em fotos e vídeos, custou R$77 mil aos cofres públicos, excluindo as passagens aéreas. Considerando que Cabral e seus secretários não viajam em classe econômica, o total dos gastos públicos deve exceder a R$100 mil.
A matéria do Globo de hoje especifica como foram distribuídas as diárias e termina com uma história singela.
A agenda de Cabral noticiava uma viagem de dois dias. Cabral ficou cinco dias em Paris. Perguntados pela diferença no registro da agenda, os assessores informaram que ela registra apenas compromissos oficiais.
E os outros três dias? Foram para realizar reuniões com o COI e discutir Olimpíadas.
Por que não consideram isso compromisso oficial? Será que estão nos gozando?
O repórter bem que podia fazer essa pergunta ao receber a informação.
Cabral com este dinheiro não poderia pagar o jantar no Mônaco nem arcar com os outros custos da viagem pelos melhores bares e restaurantes.
Aí deve entrar a contribuição de Cavendish para uma viagem que no total deve ter custado uns R$500 mil, excluindo os sapatos Christian Louboutin.


3 Comments
E as tais viagens à Miami em avião particular do Eike Batista com 5 escalas nas Bahamas? saiu no Quid Novi..
essa “perdulância” até que , pra mim , não é novidade…há alguns anos atrás, em plena campanha eleitoral, eu fui convidado a um jantar de confraternização da minha categoria de analista tributário da receita federal por nosso sindicato (sindireceita)…até aí nada de demais, além da euforia por o nosso sindicato conseguir economizar a ponto de bancar esse tipo de evento no Porcão do Aterro do Flamengo.
Porém (ai porém!…), ao chegar no restaurante comecei a notar umas bandeiras estranhas que, definitivamente, não pertenciam às cores de nossa “agremiação”, e, na verdade, elas estavam espalhadas estrategicamente ao longo do caminho até a chegada, onde recebiamos, para nosso espanto e curiosidade, panfletos do futuro prefeito, do futuro governador, do futuro senador, e por aí vai…
Bom, pra encurtar a conversa, eu acho que nunca vi tanto garçon, nem tanta fartura reunida do mesmo lugar, para o extase dos convidados.
E após a suculenta sobremesa, quando começaram a aparecer os colegas, e não colegas de terno, e o microfone passou a ser o objeto da reunião, eu perguntei pros meus colegas de barriga cheia…”já comi, já bebi, o que é que eu estou fazendo aqui!?…”.
cabral filho já teve a intenção, na campanha para senador d 2010, d tornar os tantos mi “baratos” na consciência fluminense: “picciani pegou x mi e gastou com isso, depois y mi e gastou com aquilo”, como se, transpondo sua incrível simpatia, os milhões fosse coisa barata. sua simpatia de leblonense comprova-se pelo nº d mortos nas favelas, uma paz social ineficiente obitda sob cassetetes. nem parece o mdb, oposição da ditadura. se br é 4º do mundo em assassínios, creio q metade deva-se à polícia fluminense. e o colégio estadual, às quantas anda? quanto mais errado o sistema, mas a polícia é truculenta, e se um megaempresário afirmou outro dia em revista d negócios q o br precisa se tornar um coréia do sul, saiba ele q o monolito neoliberal reproduz-se aqui, mas sem a qualidade de educação q se obtem lá neste antípoda.