Continuo no Amapá, um estado relativamente novo, 29 anos, que conhecia muito mal. Hoje fui à Santana, o porto onde chegava o manganês da Serra do Navio.
Os vendedores na entrada ofereceram uma viagem a Santarém, 32 horas, por R$140, com direito à rede e comida.
Quem sou eu para essas aventuras. Mas como diz o Papa, quem sou eu para julgar quem as encara.
Visitei o Museu Sacaca criado, originalmente, para pesquisar e difundir plantas medicinais da Amazônia. Sacaca, em tupi guarani, quer diz “o sabedor da floresta”, enfim o curandeiro que conhece que planta usar para cada doença.
O Museu estava fechado e os camaleões que vivem por lá aproveitaram o sol para descansar na grama.
Fomos à Fortaleza São José para uma gravação e fiz algumas fotos rápidas do lugar e de nossa equipe trabalhando.
O dia mesmo, o dia real, passamos numa emergência do hospital de Macapá. Um caos que devo relatar em imagens.
Dentro de dois dias, estaremos de volta ao Rio. Foram tantas imagens que subestimei as fotos e não pude fazer relatos mais longos.
Nada como um dia depois do outro. Novas oportunidades virão.






