Indecisão no Méier

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“Teus dois cinemas, um ao pé do outro, por que não se afastam/ para não criar, todas as noites, o problema da opção.”

O poema de Carlos Drummond falava da tortura que era para os moradores do Méier terem dois cinemas, um ao lado do outro. Imagino como o poeta não ficaria surpreso com as notícias de nosso tempo.

Quando menino, também não tinha opção. Havia um novo filme por semana, de um modo geral um capítulo de Tom Mix. Hoje é possível baixar centenas de filmes pela internet. E ganha impulso o livro eletrônico que num espaço reduzido contém 1500 títulos.

Há muitas formas de pensar isto. Uma delas, compreender a importância dessa produção imaterial, indicando que matérias primas podem ser até racionalizadas. Mas o consumo cultural é, potencialmente, ilimitado.

A outra é voltar aos moradores do Méier e viver, em proporções gigantescas, a angústia da opção. Possivelmente, Drummond estava influenciado pela filosofia existencialista pós guerra e queria fazer uma referência mais profunda à inescapabilidade da escolha.

Diante de centenas de filmes e milhares de livros ao nosso alcance, vivemos como se estivéssemos diante de milhões de cinemas do Méier. São tantas as escolhas que não sabemos nunca se estamos no livro, no filme ou na página certa da internet. É difícil acreditar que estamos usando bem o tempo, tantas são as variáveis e descaminhos.

Considerando que, além do cinema, temos de trabalhar e, em certas cidades, flanar pelas ruas, nossa indecisão perdeu a dimensão poética do livro Sentimento do Mundo. E ganhará as mesas dos psicólogos, consultores e planejadores do cotidiano. Como obter mais da gigantesca oferta cultural, sem medo de que coisas mais interessantes estejam acontecendo em outra parte? Indecisão do Méier, elevada ao cubo.

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Um fio de esperança

Pela primeira vez, acordo otimista para ir a Câmara. Acho que há condições de superar esta crise das passagens aéreas. Vou fazer uma proposta em três pontos e tenho esperança de que seja aprovada, a julgar pelas primeiras reações que tive esta madrugada.

No discurso da tarde, entrarei em detalhes. Mas os pontos são: derrubada da decisão da mesa que oficializa passagens para parentes: colocação do movimento de passagens na internet e, finalmente, além da devolução do dinheiro feita por alguns, adotar um plano de contenção de despesas que é uma forma mais racional e permanente de ressarcir a sociedade.

Se isto tudo for aprovado, terá valido a pena minha afirmação voluntária sobre as passagens (entrevista ao Josias de Souza), valido a pena ter passado por um corredor polonês, não foi o primeiro nem será o último, mas sobretudo valido a pena porque foi uma vitória da sociedade, no que tem de mais moderno, contra práticas superadas .

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América de volta ao mundo

Na América do Norte tudo é possível. Assim o colunista do New York Times, Thomas Friedman, se manifestou sobre a vitoria de Barack Obama.

De fato, é muito bom dizer para as crianças – negras, brancas, latinas – que todos têm a mesma oportunidade. Para além das demonstrações de alegria com a vitória do primeiro presidente negro na história norte-americana, é preciso reconhecer as grandes qualidade de Barack Obama.

Em primeiro lugar, soube utilizar com precisão o instrumento mais importante hoje na comunicação política: a internet. Em segundo lugar, teve a capacidade de entusiasmar o povo norte-americano, agregando voluntários e obtendo uma arrecadação recorde, através da rede.

A julgar pelos livros de Obama e por sua filosofia política, o grande passo foi compreender que estava esgotada uma fase no país, uma fase de debates estéreis, de divisões que não levavam a lugar nenhum. Daí sua disposição para construir pontes, para atrair pessoas que talvez pensassem diferente mas que poderiam se reconhecer num programa moderado, que levasse em conta não as grandes brigas partidárias, mas a necessidade de superar a crise.

Obama, construtor de pontes: esta é uma das importantes características de sua vitória. Os EUA não se dividem apenas entre democratas e republicanos, assim como o Brasil não se divide apenas entre petistas e tucanos. Há os independentes – e Obama soube falar para eles.

Ele assume no auge de uma crise monetária e econômica muito grave. Mas os grandes timoneiros se revelam na crise e não na bonança.

Ao contrário de Lula, não espero uma solução para o principio do mandato de Obama. Economistas, exemplos históricos, avaliações da crise, tudo indica que 2009 ainda será um ano de muito aperto. Mas, quando há esperança, as próprias crises são mais administráveis.

Hoje é mais que um dia perdido no tempo. É o dia de uma importante virada no país mais poderoso do mundo, com repercussões positivas também em nossas vidas.

Viva o povo norte-americano, que se mobilizou em massa para votar. Viva Barack Obama, que soube, como ninguém, tocar nas mentes e nos corações de seu povo.

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O primeiro passo

Começa hoje, oficialmente, a grande luta para definir os destinos do Rio. Na verdade, ela já começou um pouco antes, no esforço para evitar que censurassem a internet. O que fizemos aqui foi também importante para outras cidades do Brasil, que dependem tanto quanto nós desse veiculo democrático.

Para quem não dispõe de grandes máquinas de governo, ou mesmo de estruturas religiosas, a internet é o caminho para debater, organizar e multiplicar nossas forças. Por isso preparamos este site com muito carinho para atingir dois objetivos: melhorar a qualidade de nosso trabalho na rede e ganhar as eleições.

As doações, que fazem parte de nosso projeto, ainda não podem ser feitas, pois falta um documento do TRE. Assim que chegar, serão liberadas.

Entrevistas, palestras, debates, textos de programa, está tudo aí. Só falta agora a grande presença nessa campanha de 2008: a do eleitor que se orgulha de seu voto.

No Rio que queremos o prefeito não é a pessoa mais importante, mas sim as pessoas que mantêm todo o trabalho com o pagamento de seus impostos.

A partir de hoje, todas as impressões e propostas do candidato serão discutidas aqui. Façam um bom proveito. Precisamos vencer as máquinas e renovar a política da cidade.

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Uma eleição agitada

O período pré-eleitoral no Brasil, comparado ao norte-americano, nos faz sentir um pouco na Idade Média. Enquanto nos EUA os pré-candidatos percorrem o país, falam com eleitores, captam recursos e mobilizam seus eleitores, aqui quase tudo é proibido.

A decisão do TSE de permitir entrevistas de candidatos sobre seus planos foi um avanço, em relação ao quadro brasileiro. Mas o processo ainda nos deixa engessados.

A campanha começa no dia 6. Não podemos lançar panfletos no dia 6, nem captar recursos. Vamos depender de uma conta que só será aberta depois. O que adianta permitir o começo de campanha se não podemos lançar material?

Da mesma maneira, a batalha pela liberdade na internet foi intensa. O blog de Pedro Dória, por conter uma foto minha e a data 2008, foi notificado.

Aliás, a luta pela liberdade na internet foi feita um pouco nas sombras. Os jornais não se deram conta, exceto o JB, que a cobriu desde o início.

Foi um pouco como aquela fábula sobre o nazismo: pegam seu vizinho e você não reclama, sem saber que um dia virão pegar você. Os jornais só deram conta da legislação restritiva quando a Folha publicou a entrevista de Marta Suplicy. Era um pouco tarde. A pré-campanha se passou toda nessa luta. Daqui a pouco será dia 6. Eu mesmo tive de retirar do nosso portal a entrevista que concedi ao Le Monde Diplomatique, versão brasileira.

Foi uma pré-campanha nas sombras. Ela mexeu com minhas lembranças brasileiras. Aqui, a ditadura foi fácil, também, porque as pessoas têm medo de protestar. Raríssimos candidatos levantaram a voz. Não querem se indispor com juízes. Mas se não enfrentamos os juízes, quando necessário, afinal somos candidatos a quê?

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Prevalece a liberdade

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Até agora não foi possível chegar a um acordo sobre a liberdade na internet no processo eleitoral.

Estamos tentando conversar com o TRE. No entanto, existe uma dificuldade clara: não há regras definidas.

Até o momento, a única coisa que existe é uma instrução técnica extremamente limitativa, mas que só tem força legal depois de uma decisão do tribunal.

Na nossa interpretação, como o tribunal não se manifestou oficialmente sobre o tema, a liberdade prevalece.

Só poderemos recorrer a uma decisão do tribunal quando ela for tomada.

Portanto, enquanto esse processo não se define, consideramos que temos o direito de atuar na internet como fizemos até agora.

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Para sair de 68

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A Época publica uma longa matéria sobre 68 com uma síntese de meu depoimento. Ainda ontem, respondi a umas perguntas feitas pelo amigo Ernesto Soto Costa. No final de seu questionário me pergunta se não estava meio saturado daquele período.

De fato, estou embora ache que toda discussão deva prosseguir. Há algo naqueles anos de rebeldia que deveria ser guardado no coração: a fraternidade entre as pessoas que estavam na luta.

Não gostaria de reduzir o peso das grandes jornadas simbólicas. Mas lembro das mulheres rasgando o sutiã e constato que a pílula anticoncepcional acabou fazendo avançar mais a liberdade sexual do que todos os slogans.

Da mesma forma, mais tarde, a internet fez muito mais que os partidos comunistas para mudar o mundo. Em outras palavras, quero dizer que o mundo pode ver a revolução de suas maneiras: através do entrechoque e idéias símbolos, ou através da introdução de novos instrumentos.

Nos anos 60, descobriu-se que os continentes não estavam fixados mas que se moviam, flutuando com imensas placas de pedra. Nos livros científicos, esta descoberta representa o fim de um dogma. Mas passou desapercebida porque quando olhamos para os anos 60, olhamos para nosso umbigo e não percebemos que outras, silenciosas, revoluções mentais estavam em curso.

Dito isto, creio, dou uma explicação um pouco melhor do que penso, mais detalhada que na matéria da Época.

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Um passo em Bali

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Programas nacionais de reduções de emissões sujeitos à verificação periódica universal. Isto não quer dizer metas de redução das emissões. Mas é quase a mesma coisa. Portanto, o discurso do chanceler Celso Amorim em Bali, hoje, marcou um avanço na posição brasileira. O governo tem pavor da palavra meta. O melhor caminho foi explicar a mesma coisa com outras palavras. Caiu a meta, entrou programa de redução, verificável universalmente.

Ao assumir este discurso, de uma certa forma, o Brasil se coloca adiante da China, cuja resistência aos programas de redução de emissões ainda é grande.

Não fui a Bali mas tenho tido a chance de acompanhar excelentes blogs que falam do assunto. Minha posição contrária à viagem se resume nisto: é possível acompanhar pela internet. Não era necessário gastar dinheiro público para levar deputados que não têm poder de decisão num encontro desse tipo. Para se ter idéia, as emissões produzidas pela Conferência, contando viagens e tudo mais, são equivalentes às emissões anuais de um pequeno país africano, o Chade.

O tema das florestas foi e será ainda o grande tema nos debates pós Quioto. Como protegê-las com recursos? Através do chamado Mecanismo de Desenvolvimento Limpo? Através de ajudas diretas?

Isso ainda não está claro. Há ainda a possibilidade de menção não apenas ao desmatamento da floresta mas também à sua degradação. O Brasil resistia a essa palavra, por achar difícil definir degradação florestal.

As coisas caminharam mas deixam no ar a construção do futuro pós Quioto. Há ainda muitas variáveis a serem respondidas e acredito que a diplomacia ambiental tem ainda muito trabalho pela frente para produzir um novo acordo, que inclua Estados Unidos mas também defina metas (epa), quero dizer programas de reduções de emissões, dirigidos nacionalmente e passíveis de verificação periódica internacional.

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As eleições esquecidas

Toda eleição brasileira é assim. A tevê e os jornais se concentram nos presidentes e a campanha para o Parlamento fica ao sabor da propaganda de rua, uma ou outra aparição no horário gratuito.

Reconheço que é muito difícil cobrir uma eleição parlamentar que envolve quase mil candidates no estado. Como fazer justiça?

Um dos caminhos que à mídia brasileira utilizou é o de reunir deputados de diferentes partidos e submetê-los a uma pergunta, por exemplo: o que fazer com a segurança. Funciona parcialmente mas não revela a campanha parlamentar em toda sua plenitude.

É difícil pedir a mídia que publique ou leve ao ar matérias chatas sobre gente que não interessa. Não há fervor cívico que possa convencê-los e, para dizer a verdade, acho que têm razão.

A saída é atrair a mídia para cobrir a campanha parlamentar sem nenhum paternalismo. Se for produzido um fato politico interessante, se houve uma notícia que, pelas suas características, atenda aos critérios do veículo, que seja divulgada.

O que não pode acontecer é a decretação da barreira do silêncio, independente do que aconteça, uma espécie de censura total, ditada pelo fato de que não se pode falar de um sem falar dos mil outros candidatos.

Isso é uma loucura que acaba contribuindo para termos um parlamento pior do que o que desejamos. Considerando que as pessoas já acompanham pouco os trabalhos parlamentares e que cobram pouco dos seus eleitos, a barreira do silêncio acabará abrindo uma brecha para o poder econômico. Os candidatos mais reconhecidos serão os que tiverem mais dinheiro para outdoors e as inúmeras e caras modalidades de propaganda eleitoral.

Na verdade, não apenas os mais ricos serão premiados. Os mais dispostos a sujar as ruas, a cobrir os postes de cartazes, a contratar trios elétricos acabam impondo seu nome para um povo desinformado e apático em relação ao Parlamento.

Restam os candidates a Presidente. Eles têm uma espécie de latifúndio do ar, mesmo os que se situam com pouco mais de dez por cento das preferências. Todos sabem que de nada adianta se eleger sem uma bancada experiente, combativa e capaz de negociar com seriedade, não podem avançar muito.

Mesmo assim, paralisados também pelo fato de que há mais candidatos em seus partidos do que vagas, os presidenciáveis não podem fugir de afirmações mais gerais, do tipo: votem nos candidatos do meu partido, ou da minha coligação, para que possa governar com eficácia.

O Parlamento entrou em recesso sem discutir esse tema. Poderíamos ter formado uma comissão negociadora com os principais órgãos de imprensa. Poderíamos levá-los a fazerem uma avaliação dos candidates que já estão no posto. Os reporteres que frequentam as comissões (cada vez menos) e que passam pelo plenário seriam convidados a analisar a atuação de 4 anos.

Só a Folha de São Paulo faz isso e assim mesmo de forma muito abstrata. O cara é muito atuante, mais ou menos atuante ou pouco atuante. Não há um critério de qualidade. Há gente muito atuante para aprovar projetos terríveis; gente que faz pouco mas faz muito bem os projetos que relata.

Enfim, o impasse está criado. Precisamos de eleitores informados para votarem bem para o Parlamento. A mídia não conseguiu ainda achar o caminho para cumprir essa tarefa, sem cair em notícias desinteressantes. Gradativamente, vamos buscar superar esse enigma. Para quem está há tantos anos na internet como nós, ainda há uma base de comunicação. Mas a internet numa eleição vale mais como organizadora. Ela atinge não mais do que dez por cento da população. Talvez daqui a alguns anos este problema seja superado pelos novos meios de comunicação. Mas, como dizia Lord Keynes, a longo prazo estaremos todos mortos.

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E vamos nós, para mais uma campanha

A partir deste fim de semana, vamos dizer todos os dias o que estamos fazendo na pré-campanha eleitoral de 2002. Sou candidato a um novo mandato e sei como é difícil o processo que está começando. Se o instrumento fosse apenas a internet, estaria tranquilo. Mas a internet atinge apenas 10 por cento dos lares brasileiros . Será preciso andar muito, falar muito para compensar a falta de outros veículos mais poderosos como a televisão, os caríssimos outdoors.

Nunca foi fácil. Mas aprendemos a conviver com as dificuldades e até a gostar delas porque nos colocam, pessoalmente, em contato com um grande número de pessoas, em muitos pontos diferentes do estado.

Preciso da ajuda de todos. Como terei apenas alguns segundos de tevê, a principal maneira de me ajudar e dizer para os amigos que sou candidato a deputado federal. Se for possível dizer que sou um bom candidato a deputado federal, então será maravilhoso.

Onde estão os argumentos para fundamentar esta tese de que sou um bom candidato? Basicamente nesta página, onde há uma síntese do meu trabalho. Além disso, já lancei um livrinho sobre minha intervenção no campo da energia, intitulado “Deixe o sol entrar”, propondo a matriz solar em todas as suas modalidades, como o complemento ideal para as hidroelétricas.

Esta semana, estou lançando “O Mandato das Águas”, síntese das minhas propostas no campo de recursos hídricos. Tanto o livrinho sobre energia como o da água podem ser enviados pelo correio para quem se interessar.

Além disso, produzimos um pequeno folder intitulado “pra que serve um deputado”. Nele há uma síntese dos principais projetos apresentados, nos vários campos de atuação, sobretudo, meio ambiente, direitos humanos e relações exteriores.

Quem vota para deputado federal, no meu caso são eleitores do Rio de Janeiro. Mas os amigos estão em todo o Brasil, muitos no exterior. Caso conheçam alguém que vote no Rio de Janeiro, poderão escrever uma cartinha, um e-mail, ou lembrar, por telefone, que sou candidato e preciso do voto para continuar o trabalho por mais quatro anos.

Caso o amigo que vive no Rio não tenha objeção, poderemos mandar pelo correio todo o material para que analise, com tranquilidade, se merecemos ou não o seu voto.

Aqui na página, a campanha será bastante aberta. Mesmo algumas idéias de cartazes, que irão, não para sujar a rua, mas para lugares onde podem ser mostrados, gostaríamos da participação dos internautas, propondo alternativas e pedindo que escolham a melhor.

Estamos preparando também um espaço especial na própria página que cuidará apenas da campanha, com a agenda, notícias, e um forum para colher idéias. Experimentalmente, vamos colocá-lo no ar o mais breve possível, só para recolher opiniões dos internautas. Em seguida, quando a campanha for legal, isto é depois da Copa do Mundo, vamos lançá-lo em definitivo.

Isto, portanto, é apenas um começo de conversa. Quem acompanhá-la a partir de hoje, vai conhecer como é uma campanha do princícipio até o fim, isto é, até o momento em que as urnas se abrem com o resultado.

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